FisioterapiaAbordagem fisioterapêutica no pós-operatório é fundamental.

A abordagem fisioterapêutica conduz o reparo tecidual e devolve a função dos tecidos. Vai além de drenagem linfática.

Envolve a aceleração do processo inflamatório por meio do uso de laserterapia.

Estímulo a deambulação precoce, exercícios metabólicos e ganho de flexibilidade.

Prevenção e tratamento na intercorrência de fibroses e aderências, serosas e deiscências.

Aplicação de Tapping.

Prevenção e tratamento na cicatriz.

Orientação sobre uso de cinta modeladora, talas, placas  e supervisão dos resultados juntamente com o médico cirurgião.

R$900,00

A abordagem fisioterapêutica conduz o reparo tecidual e devolve a função dos tecidos. Vai além de drenagem linfática.

Envolve a aceleração do processo inflamatório por meio do uso de laserterapia.

Estímulo a deambulação precoce, exercícios metabólicos e ganho de flexibilidade.

Prevenção e tratamento na intercorrência de fibroses e aderências, serosas e deiscências.

Aplicação de Tapping.

Prevenção e tratamento na cicatriz.

Orientação sobre uso de cinta modeladora, talas, placas  e supervisão dos resultados juntamente com o médico cirurgião.

Descrição

Abordagem fisioterapêutica no pós-operatório é fundamental para você

Cirurgias plásticas provocam uma lesão no tecido de forma abrupta e o próprio organismo procura reparar esse dano de forma rápida, porém por ser rápido não ocorre de forma eficiente e por fim, gera a cicatriz.

A atuação da fisioterapia no pós-operatório de cirurgias plásticas vai além de eliminar o acúmulo de líquidos, o edema, visa devolver a função desses tecidos.

Para isso, por meio do raciocínio clínico e técnicas cientificamente comprovados conduzem o processo de reparo tecidual.

Abordagem fisioterapêutica no pós-operatório é fundamental para você.

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Entrar em contato com a Dra. Iranilda Moha Hoss.

Fases teciduais nas cirurgias plásticas

Com relação ao tema Fases teciduais nas cirurgias plásticas, o Brasil é um dos países que mais investe em cirurgias plásticas. Alguns exemplos incluem rinoplastia, mamoplastia de aumento ou redutora, maxtopexia, lipoaspiração e abdominoplastia. Alguns cuidados são necessários no pós-cirúrgico e devem ser executados pelo paciente e por meio do profissional da área da saúde, como um fisioterapeuta dermatofuncional.

“Não procure um profissional que faça drenagem no pós da cirurgia plástica. Procure um profissional que possa cuidar de todas as fases do reparo tecidual!”

Independente do tipo de cirurgia, o procedimento é invasivo e causa uma injúria no tecido e esse corte precisa passar por uma série de eventos até sua total cicatrização. Esse processo sistêmico e dinâmico é conhecido como reparo tecidual e a forma que este é conduzido pode fazer muita diferença no resultado final do procedimento.

A pessoa que fez um procedimento de cirurgia plástica irá ter edema (inchaço) sim, mas esse é apenas uma das características que devem ser tratadas.

Por isso, a escolha do médico cirurgião e profissional responsável pelo pós-cirúrgico deve ser uma das primeiras escolhas quando a decisão é por fazer um procedimento cirúrgico.

Para que a ferida cicatrize necessita de uma perfeita e coordenada cascata de eventos celulares, moleculares e bioquímicos que interagem entre si e promovam a reconstituição tecidual. Os mecanismos da cicatrização como seqüência ordenada de eventos, foi descrita por Carrel em 1910, posteriormente, divididos em cinco elementos principais: Fase da inflamação, proliferação celular, formação do tecido de granulação, contração e remodelamento da ferida.

Atualmente, esse processo é classificado em três fases:

_Fase inflamatória;

-Fase de proliferação ou de granulação;

-Fase de remodelamento ou de maturação.

…saiba mais no artigo do blog da Dra. Iranilda Moha Hoss

 

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